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Tímida em recuperação: Leia isso se você tem problemas com timidez

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Muito prazer. Meu nome é Melina, e eu sou uma tímida em recuperação.

Calma. Deixa eu explicar.

Quando eu era adolescente tinha problemas com timidez, falava tão baixo que as pessoas nem ouviam direito. Eu tinha uma dificuldade GIGANTE de puxar papo e, se alguém viesse conversar comigo, muitas vezes a vontade era desaparecer.

Mesmo “falando pra dentro”, ainda assim, eu achava que tinha muitas coisas importantes a dizer.

<<15 anos depois…>>

O teatro me salvou dos problemas com timidez.

Mas antes disso, todo esse desastre social me levou à escrita.

Na página, eu podia falar o que bem entendesse. Podia dar forma às minhas ideias e fazer isso surtir um efeito nas outras pessoas.

Ter escolhido estudar jornalismo, inclusive, foi um caminho pra chegar em desconhecidas. Aí eu tinha uma ÓTIMA desculpa pra me aproximar e fazer perguntas. Pra documentar minhas experiências e publicar isso pro resto do mundo.

E é por isso que bato tanto nessa tecla hoje em dia: suas ideias merecem ser ouvidas.

Porque talvez você também tenha um medo irracional de se expor.

Porque talvez você ainda esteja esperando alguém lhe dar permissão pra falar.

Porque talvez você queira um sinal externo dizendo que você é boa o suficiente.

Esse é o sinal que você tava esperando.

É o simples fato de se colocar em campo, todos os dias, que lhe dá experiência. Isso não é um prêmio que você recebe. É uma ação que você toma – de novo e de novo.

É quando você começa a fazer trabalhos que lhe interessam, segue sua curiosidade, e documenta a jornada. É o hábito de explorar novas ideias. E criar, fazer, liderar, tentar em público.

É sobre escolher a si própria.

Sobre saber que você tem, sim, muito a dizer. Sobre as iniciativas que você toma. As ideias que você tem. Os projetos que você abraça.

É por isso que, mesmo se você tenha problemas com timidez (ou seja uma tímida em recuperação como eu), você se esforça a falar.

Porque sua voz é mais que uma coisa que você joga no mundo pra “bater” nas pessoas. Ela é um farol iluminando o caminho umas pras outras. Nos guiando de volta pra casa.

PS: Esse texto nasceu de uma provocação que fiz a mim mesma. Tenho escrito com frequência em fluxo de consciência, e algumas coisas interessantes têm saído daí. Algo que tenho ficado cada vez mais claro pra mim é que uma mensagem única nasce de um ponto de vista único.

Pra começar a encontrar o seu, pegue papel e caneta. Escreva sem filtro, por 10 ou 15 minutos, o que vier à cabeça, respondendo essa pergunta: “o que te irrita?”

Esse tipo de exercício tem sido tão potente pra mim que pensei em criar uma prática com algumas pessoas que tenham interesse, e adoraria saber se você curte a ideia.

Funcionaria assim:
Eu te mando uma pergunta dessas por semana
Você responde
Eu leio isso com um olhar de fora pra entender onde a sua mensagem tá “escondida” no meio dessa escrita mais visceral

Pensei em criar um programa de 6 semanas, com vagas bem limitadas (porque não consigo dispor de muito tempo pra responder >> esse não é um recurso escalável). Mas enfim! Isso tudo ainda tá BEM embrionário por aqui.

O que você acha? Você toparia? É só falar nos comentários e me contar que eu vou te avisar em primeira mão caso esse projeto saia do papel.

Basta digitar “Eu quero participar”.

PPS: Quando você estiver pronta, tenho 3 produtos que podem te ajudar.

  1. Meu mini curso gratuito de voz
  2. O guia Brilha na Bio, Bonita (pra quem quer arrasar ao escrever sua bio profissional ou falar sobre o próprio trabalho)
  3. Meu curso de escrita criativa

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Você vai receber todo o conteúdo ao longo dos próximos 8 dias, junto com exemplos e exercícios. Tudo isso direto na sua caixa de entrada (de uma forma simples e fácil de digerir).

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